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segunda-feira, 4 de março de 2013

Ponto de Partida


A história sobre duas rodas
Tudo começou em 1869

A motocicleta foi inventada simultaneamente por um americano e um francês, sem se conhecerem e pesquisando em seus países de origem. Sylvester Roper nos Estados Unidos e Louis Perreaux, do outro lado do atlântico, fabricaram um tipo de bicicleta equipada com motor a vapor em 1869. Nessa época os navios e locomotivas movidas a vapor já eram comuns, tanto na Europa como nos EUA, e na França e na Inglaterra os ônibus a vapor já estavam circulando normalmente. As experiências para se adaptar um motor a vapor em veículos leves foram se sucedendo, e mesmo com o advento do motor a gasolina, continuou até 1920, quando foram abandonadas definitivamente.
O inventor da motocicleta com motor de combustão interna foi o alemão Gottlieb Daimler, que, ajudado por Wilhelm Maybach, em 1885, instalou um motor a gasolina de um cilindro, leve e rápido, numa bicicleta de madeira adaptada, com o objetivo de testar a praticidade do novo propulsor. A glória de ser o primeiro piloto de uma moto acionada por um motor (combustão interna) foi de Paul Daimler, um garoto de 16 anos filho de Gottlieb. O curioso nessa história é que Daimler, um dos pais do automóvel, não teve a menor intenção de fabricar veículos motorizados sobre duas rodas. O fato é que, depois dessa máquina pioneira, nunca mais ele construiu outra, dedicando-se exclusivamente ao automóvel.

Onde colocar o motor?

       O motor de combustão interna possibilitou a fabricação de motocicletas em escala industrial, mas o motor de Daimler e Maybach, que funcionava pelo ciclo Otto e tinha quatro tempos, dividia a preferência com os motores de dois tempos, que eram menores, mais leves e mais baratos. No entanto, o problema maior dos fabricantes de ciclomotores - veículos intermediários entre a bicicleta e a motocicleta - era onde instalar o propulsor: se atrás do selim ou na frente do guidão, dentro ou sob o quadro da bicicleta, no cubo da roda dianteira ou da traseira?
Como de início não houve um consenso, todas essas alternativas foram adotadas e ainda existem exemplares de vários modelos. Só no início do século XX os fabricantes chegaram a um consenso sobre o melhor local para se instalar o motor, ou seja, a parte interna do triângulo formado pelo quadro, norma seguida até os dias atuais.

A primeira fábrica

A primeira fábrica de motocicletas surgiu em 1894, na Alemanha, e se chamava Hildebrandt & Wolfmüller. No ano seguinte construíram a fábrica Stern e em 1896 apareceram a Bougery, na França, e a Excelsior, na Inglaterra. No início do século XX já existiam cerca de 43 fábricas espalhadas pela Europa. Muitas indústrias pequenas surgiram desde então e, já em 1910, existiam 394 empresas do ramo no mundo, 208 delas na Inglaterra. A maioria fechou por não resistir à concorrência. Nos Estados Unidos as primeiras fábricas - Columbia, Orient e Minneapolis - surgiram em 1900, chegando a 20 empresas em 1910.
Tamanha era a concorrência que fabricantes do mundo inteiro começaram a introduzir inovações e aperfeiçoamentos, cada um deles tentando ser mais original. Estavam disponíveis motores de um a cinco cilindros, de dois a quatro tempos. As suspensões foram aperfeiçoadas para oferecer maior conforto e segurança. A fábrica alemã NSU já oferecia, em 1914, a suspensão traseira do tipo monochoque (usado até hoje). A Minneapollis inventou um sistema de suspensão dianteira que se generalizou na década de 50 e continua sendo usada, hoje mais aperfeiçoada. Mas a moto mais confortável existente em 1914 e durante toda a década era a Indian de 998cm3 que possuía braços oscilantes na suspensão traseira e partida elétrica, um requinte que só foi adotado pelas outras marcas recentemente. Em 1923 a motocicleta inglesa Douglas já utilizava os freios a disco em provas de velocidade. Porém, foi nos motores que se observou a maior evolução, a tecnologia alcançando níveis jamais imaginados. Apenas como comparação, seriam necessários mais de 260 motores iguais ao da primeira motocicleta para se obter uma potência equivalente a uma moto moderna de mil cilindradas. Após a Segunda Grande Guerra, observou-se a invasão progressiva das máquina japonesas no mercado mundial. Fabricando motos com alta tecnologia, design moderno, motor potente e leve, confortáveis e baratas, o Japão causou o fechamento de fábricas no mundo inteiro. Nos EUA só restou a tradicional Harley-Davidson. Mas hoje o mercado está equilibrado e com espaço para todo mundo.


A Motocicleta no Brasil

A história da motocicleta no Brasil começa no início do século passado com a importação de muitas motos européias e algumas de fabricação americana, juntamente com veículos similares como sidecars e triciclos com motores. No final da década de 10 já existiam cerca de 19 marcas rodando no país, entre elas as americanas Indian e Harley-Davidson, a belga FN de 4 cilindros, a inglesa Henderson e a alemã NSU. A grande diversidade de modelos de motos provocou o aparecimento de diversos clubes e de competições, como o raid do Rio de Janeiro a São Paulo, numa época em que não existia nem a antiga estrada Rio-São Paulo.
No final da década de 30 começaram a chegar ao Brasil as máquinas japonesas, a primeira da marca Asahi. Durante a guerra as importações de motos foram suspensas, mas retornaram com força após o final do conflito. Chegaram NSU, BMW, Zündapp (alemãs), Triumph, Norton, Vincent, Royal-Enfield, Matchless (inglesas), Indian e Harley-Davidson (americanas), Guzzi (italiana), Jawa (tcheca), entre outras.
A primeira motocicleta fabricada no Brasil foi a Monark (ainda com motor inglês BSA de 125cm3), em 1951. Depois a fábrica lançou três modelos maiores com propulsores CZ e Jawa, da Tchecoslováquia e um ciclomotor (Monareta) equipado com motor NSU alemão. Nesta mesma década apareceram em São Paulo as motonetas Lambreta, Saci e Moskito e no Rio de Janeiro começaram a fabricar a Iso, que vinha com um motor italiano de 150cm3, a Vespa e o Gulliver, um ciclomotor.
O crescimento da indústria automobilística no Brasil, juntamente com a facilidade de compra dos carros, a partir da década de 60, praticamente paralisou a indústria de motocicletas. Somente na década de 70 o motociclismo ressurgiu com força, verificando-se a importação de motos japonesas (Honda,Yamaha, Susuki) e italianas. Surgiram também as brasileiras FBM e a AVL. No final dos anos 70, início dos 80, surgiram várias montadoras, como a Honda, Yamaha, Piaggio, Brumana, Motovi (nome usado pela Harley-Davidson na fábrica do Brasil), Alpina, etc. Nos anos 80 observou-se outra retração no mercado de motocicletas, quando várias montadoras fecharam as portas. Foi quando apareceu a maior motocicleta do mundo, a Amazonas, que tinha motor Volkswagen de 1600cm3. Atualmente a Honda e a Yamaha dominam o mercado brasileiro, mas aí já deixou de ser história.

Cartaz de propaganda anunciando os vencedores do 1º Campeonato de Turismo no Brasil, em 1919

Ciclomotor de 48cm3: primeiro modelo criado pela Honda, em 1948

Primeira motocicleta com motor de combustão interna, foi fabricada na Alemanha por Gottlieb Daimler, em 1885

Neckarsülm alemã de 1906, a motocicleta mais antiga na exposição do Museu Histórico Nacional

domingo, 3 de março de 2013

Aprendar a Dominar

TODOS OS AMANTES DE VERDADEIRAS MAQUINAS DE DUAS RODAS, SEMPRE TEM SUAS ALGUNS PROBLEMAS EM DOMINA-LAS NO INICIO LEVA-SE UM TEMPO PARA QUE ISSO ACONTEÇA.
NOS VÍDEOS ABAIXO VOCÊ VERA VERDADEIRAS MAQUINAS SENDO DOMADAS E TAMBEM ALGUMS VACILOS TENTANDO DOMINAR ESSAS CRIATURURAS DIVINAS CRIADAS PELOS HOMEMS.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

DE OLHO NELAS



MULHERES + MOTOS UMA COMBINAÇÃO HARMÔNICA
Nos grandes centros urbanos, a cena é cada vez mais comum. Montadas em motocicletas personalizadas por toques femininos, em suas vespas ou modelos de trilha, em estradeiras ou motos de competição, as mulheres estão marcando presença em um ambiente que até pouco tempo atrás pertencia quase exclusivamente aos homens. Elas se fazem notar não só pelo estilo, mas pela quantidade. Hoje, são cerca de 3,7 milhões de mulheres motociclistas no País contra 2,5 milhões registradas em 2008, segundo dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). A Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas (Abraciclo) afirma que uma em cada quatro motos vendidas no Brasil atualmente é adquirida por uma mulher. É a proporção mais alta desde que o órgão passou a acompanhar o mercado. “Basta andar na rua para testemunhar esses números na prática”, diz o diretor executivo da instituição, José Eduardo Gonçalves. “A mulher quer agilidade, economia e conforto e a motocicleta oferece tudo isso.”
DESEJO
Fabiana Calixto e sua Harley-Davidson: ela comprou a moto
no ano passado, antes mesmo de ter carteira de habilitação
Poucos modelos sintetizam essa agilidade tão bem quanto as scooters. Criadas para uso urbano, elas trocam potência por leveza e economia, além de conforto por permitir que o condutor rode com os pés para a frente, apoiados em uma plataforma, e não para os lados. É uma das preferidas entre mulheres, como a tradutora paulistana Rosa Freitag, 42 anos, que faz o percurso de cinco quilômetros até seu trabalho todos os dias a bordo de sua Vespa. Dona de um modelo raro, que é sua paixão, Rosa começou a andar de moto em 2008 e costuma utilizá-la em trajetos curtos pela cidade – até para buscar a filha no colégio. Quando quer viajar, ela não pega carro, mas sim outra motocicleta sua, um bólido alemão da marca BMW com 800 cilindradas, perfeito para estradas. “Trabalho 12 horas por dia em frente a um computador”, diz Rosa. “Quando tenho tempo livre quero aproveitar.”
Especialistas do setor identificam a crescente independência delas e a piora, generalizada, do trânsito nas grandes metrópoles como as maiores forças por trás do dom feminino sobre duas rodas. Os congestionamentos, claro, se tornaram piores para todos, mas as mulheres costumam ter mais afazeres pela cidade do que os homens e, portanto, circulam mais. De olho nessa mudança no mercado, as empresas começaram a produzir motocicletas voltadas para esse público. “Até três anos atrás ninguém fazia moto para mulher. Hoje já há modelos com detalhes em rosa e até espaço para guardar a bolsa”, afirma Gonçalves, da Abraciclo.
Porém, muitas das mulheres que decidem adquirir uma motocicleta querem mesmo é se aventurar nos modelos clássicos. A paulistana Fabiana Calixto, 35 anos, optou pela mítica Harley-Davidson. A decisão de comprar a Harley foi tomada em agosto do ano passado. “Ela chegou antes de eu ter a habilitação”, diz Fabiana, recordando os dias de ansiedade até poder rodar com o bólido. O batismo oficial foi uma curta viagem pela rodovia Castelo Branco, em São Paulo. Símbolo máximo da liberdade em duas rodas, eternizadas no cinema no filme “Sem Destino” (“Easy Rider”, 1969), as Harley custam em média R$ 40 mil e têm legiões de fãs que costumam se reunir em grupos. Embora sejam grandes e pesadas, isso não assusta as aficionadas pelo modelo. “As mulheres dão conta”, garante Sandra Beccaro, fundadora do Ladies of the Road, que reúne 160 donas de Harley-Davidson nos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Paraná e Santa Catarina.


Amor a Pátria quero ver você não ter !!!!!


Hino Nacional Brasileiro
I
Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da Pátria nesse instante.

Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó Liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!

Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.

Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza

Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil

 II                          
Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!

Do que a terra mais garrida
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
"Nossos bosques têm mais vida",
"Nossa vida" no teu seio "mais amores".

Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!

Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro desta flâmula
- Paz no futuro e glória no passado.

Mas, se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.

Terra adorada
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!



quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

A UNIÃO PERFEITA (SONHO OU REALIDADE)





YZF-R6 2013




 

Teste todos os limites
Basta dar uma volta na R6 para perceber que esta moto nasceu para as corridas. Inspirada na tecnologia MotoGP, esta moto está preparada para lhe dar uma fantástica performance em termos de motor e de quadro, normalmente apenas reservada a pilotos profissionais.
O seu motor tem enorme potência que se torna ainda mais impressionante graças às avançadas tecnologias YCC-I (Controlo electrónico de admissão de ar Yamaha) e YCC-T (Controlo electrónico de admissão Yamaha).
Tudo o que diz respeito à R6 tem como principal objetivo fazer curvas em total segurança e proporcionar uma unidade perfeita entre condutor e máquina. O chassis permite uma condução precisa e de resposta imediata e a forquilha dianteira regulável uma excelente performance em circuito.


·         Motor de 4 cilindros de refrigeração líquida, 4 tempos, 4 válvulas, DOHC.
·         Tecnologia YCC-T (Controlo electrónico de aceleração Yamaha) derivada do MotoGP.
·         Embraiagem deslizante desenvolvida para corridas
·         Carroçaria aerodinâmica e de estilo agressivo.
·         Forquilhas dianteiras invertidas tal como em suspensão de competição.
·         Deltabox em alumínio fundido.
Motos vencedoras

As motos da Yamaha são testadas em Campeonatos do Mundo pelos melhores pilotos do mundo.
A capacidade da R6 ultrapassar a concorrência em pista levou o piloto britânico, Cal Crutchlow, à liderança do Campeonato do Mundo de Supersport, deixando todas as restantes Supersport no seu rasto.
O seu fantástico equilíbrio e facilidade de utilização transformaram-na num êxito também fora das pistas, onde todos os condutores apreciam a precisão com que efetua cada curva.
Se quiser transformar a sua R6 numa verdadeira máquina de competição, a gama YEC da Yamaha Motor Engineering é a única gama de peças oficialmente aprovada para motos da série R.
  
Carroçaria radical e compacta: A primeira coisa que vai reparar numa R6 é o facto de ser muito estreita. Os seus componentes estão concentrados à volta do centro de gravidade da moto e é este estilo radical que realça a performance ágil desta moto de cilindrada intermédia, líder na sua classe. Junte a estes fatores a concentração do peso à frente e fica com uma moto que parece lançar-se para a frente em cada curva.


Embraiagem deslizante ao estilo de competição: A R6 está equipada com uma embraiagem deslizante. Isto assegura reduções mais suaves - sobretudo para a entrada em curva - através da absorção das forças de aplicação de binário à roda de trás quando está a reduzir.
 

Escape EXUP: A R6 é a máquina com a melhor tecnologia da sua classe. O seu escape EXUP melhora a eficiência do motor, ajustando o fluxo dos gases de escape a partir de uma válvula que abre e fecha consoante a velocidade do motor.

 
Deltabox em alumínio fundido: Tanto o leve quadro Deltabox como o braço oscilante da R6 são em alumínio, para fornecer um excelente equilíbrio em termos de rigidez ao estilo MotoGP e proporcionar uma condução precisa e de resposta imediata.


Forquilhas invertidas totalmente reguláveis: As forquilhas invertidas totalmente reguláveis permitem o ajuste do amortecimento de compressão e do amortecimento de ressalto, tanto em altas como em baixas velocidades, em estrada ou em circuito, ao passo que a regulação em altura permite obter um chassis à medida de cada piloto.



Electrónica de ponta: A R6 está equipada com electrónica de ponta que inclui a tecnologia YCC-I (Controlo electrónico de admissão de ar Yamaha), que ajusta eletronicamente as vias de admissão de ar para proporcionar uma performance e um binário ideais em todas as rotações. A tecnologia YCC-T (Controlo electrónico de aceleração Yamaha) controla as válvulas de admissão para obter uma potência suave e instantânea.




A Cadeia de Qualidade da Yamaha

Os técnicos da Yamaha estão totalmente preparados e equipados para fornecer o melhor serviço e dar os melhores conselhos acerca do seu produto Yamaha. Nessa perspectiva, a Yamaha recomenda vivamente que visite um concessionário oficial Yamaha para todo e qualquer tipo de assistência.
As peças e acessórios genuínos da Yamaha foram especialmente desenvolvidos, concebidos e testados para a nossa gama de produtos Yamaha. A Yamaha recomenda também a utilização de Yamalube®, a nossa própria gama de lubrificantes de alta tecnologia, o fluido vital dos motores Yamaha. Estes lubrificantes foram desenvolvidos para terem um desempenho eficaz em qualquer situação.
Além de acessórios elegantes e funcionais, a Yamaha fornece uma gama de vestuário de alta qualidade concebida para proporcionar maior conforto e proteção aos condutores. Também está disponível uma extensa gama de roupa desportiva. Para obter mais informações, visite: www.yamaha-motor.pt/acessorios
 
As imagens apresentadas no nosso website representam condutores profissionais em condições controladas, num circuito privado fechado. Use sempre capacete, proteção para os olhos e vestuário apropriado. A Yamaha recomenda uma condução segura e respeito por outros utentes da via e pelo ambiente. Especificações e aspecto dos produtos Yamaha mostrados podem sofrer alterações sem aviso prévio e podem variar de acordo com exigências e condições. Para obter mais informações, contate o seu Concessionário Yamaha ou visite o nosso website: www.yamahamotor.pt.